quinta-feira, 16 de julho de 2009

O segredo daquele olhar...

À Paixão...
Eu te Desafio!!!!

Sinto-me instigada a descobrir os segredos de um olhar, a desvendar os mistérios que nele se encontram e que cada dia mais move os meus instintos... aguça o querer... desperta o sentir e ... Ahhh!!! Anda me fazendo suspirar...

Em determinada situação ouvi de uma pessoa especial uma frase que serve para mim: "Muita coisa perecível chegando com data de validade vencida em minha vida"; ouvindo isso decidi abrir a minha geladeira particular e revirar as gavetas que armazenavam uma série de coisas que ficaram por ali... Não estavam incomodando, não estavam nem se quer marcando presença. As vezes, entre uma hora e outra, eu as olhava pensando que seria interessante não deixar o prazo vencer e quem sabe, desgustar mais uma vez de sabores e sensações que pudessem me proporcionar... Mas aí elas continuaram lá. Como tornaram-se invisíveis eu não as sentia, apesar de pensar... E com o tempo elas começaram a cheirar mal. Um cheiro fétido de desprezo, de soberba, de egocentrismo e luxúria. Esse cheiro me causou diversas sensações e uma delas, a melhor de todas, me fez aumentar o meu amor-próprio e perceber que muitas vezes vou a "feira" e trago coisas demais para casa, trago muitas vezes o "lixo para dentro", ilustrando com a frase de Tudo Pela Metade, de Marisa Monte.

E foi meio assim, meio sem querer, em meio a tantas decisões que tenho que tomar e tantas coisas para colocar em seus devidos lugares que ele ressurgiu, como sempre esteve: em sua beleza indiscutível, com sua inteligência inquestionável, com aquele jeito tímido que fica sempre que eu o olho um pouquinho mais e com olhares que qualquer poeta dedicaria tempos e tempos para escrever cada detalhe... Cada movimento articulado de meu corpo sempre se virando em sua direção, meus olhos ágeis sempre o colocando em meu campo de visão. Cada palavra que escancara meu ciúme evidente aos olhares que elas o fitam, aos comentários que surgem ou aos pequenos "esbarrões distraídos".

Mas nesse momento o que me consome não são esses sentimentos, não são as borboletas em meu estômago, elas mesmas que todas as vezes que penso nele começam a dançar em frenesi fazendo-me sentir torpe.

Não, não é isso...

É que pela primeira vez eu não sei como agir, eu que tão segura de meus atos tenho medo de dar um passo e não ter a certeza se piso em areia ou em concreto. O medo presente soprando em meus ouvidos... ele que sempre está aqui, colado em mim, hora revirando o passado, hora me fazendo temer o futuro. Falando nele, o futuro, não posso e nem quero prevê-lo. Não quero colocar "a carruagem à frente dos cavalos"... Mas quero sentir, da melhor maneira possível, tudo isso que hoje está presente em mim...

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Um ano, hoje, sem você...


"And I'd give up forever to touch you

Cause I know that you feel me somehow

You're the closest to heaven that I'll ever be

And I don't want to go home right now

And all I can taste is this moment

And all I can breathe is your life

Cause sooner or later it's over

I just don't want to miss you tonight"


Hoje eu senti sua falta como nunca havia sentido antes.

Hoje eu poderia tocar o silêncio fúnebre que estava em meu coração e ficar durante muitas horas o acariciando e olhando-o com pesar.

Hoje eu reabri o meu baú, aquele mesmo que eu tinha jogado a chave fora e jurados aos mil deuses que jamais o reabriria. A minha caixa de pandora. Revivi cartas, históricos, músicas... e pior, imagens. Nelas você sorria, nelas você me olhava com paixão, nelas eram você e eu, apenas.

Pude sentir novamente a paixão que havia sido enterrada a sete palmos e como um fantasma maldoso, ela veio me assombrar. Ela veio sussurrar em meus ouvidos que você hoje não está mais comigo, que você ao menos pensa em mim. Que sorri a outros olhos, que beija outra boca, que jura teu amor, aquele que um dia você disse ser só meu, a outra pessoa.

Ao som de Íris, escrevo essas palavras com os olhos embargados em águas que me queimam por dentro. Elas descem pelo meu rosto com um monte de "se's" e "por que's" anexados.

Quando eu jurei por Deus te esquecer, eu traí a mim mesma, eu traí as minhas promessas e fui fraca ao ponto de te deixar escorrer por entre meus dedos... Te vendo partir sem olhar pra trás, sem ao menos se perguntar que tipo de amor existia em você que se permitia dar o primeiro passo de uma longa estrada sem mim.

Fico as vezes me perguntando se estás feliz, se existe amor em você e se esse amor te completa. Porque dentro de mim existe a sua ausência escancarada, existe teu cheiro ausente, existe as nossas conversas mudas, existem as juras que não foram feitas e as músicas que não foram dedicadas. Existe você, inteiro.

Lembra aquela expressão: "To Fall"... Ela ainda existe em mim... e em você?
"Quero você inteiro e a minha metade de volta"

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Rótulos


"Não sou nada.

Nunca serei nada.

Não posso querer ser nada.

À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo."

(Poesia de Álvaro de Campos)


Definir uma situação, um momento ou uma pessoa é o mesmo que rotular e permitir que elas só tenham uma única forma de ver, pensar e agir. Dar forma ao que pensam, definir um presente e a partir daí se construir um futuro.

Será??? Sem se lembrar das mutações, das redefinições, dos pré-conceitos, preconceitos e pós conceitos. Tudo está mudando, sempre, e então, por quê me definir? Eu, por exemplo busco apenas momentos de felicidade. Se uma hora eu escuto The Police, na outra posso ouvir Beyoncé sem nenhum problema. E daí? Se tem dias que eu prefiro bolacha de morango ao invés de chocolate? Ou melhor... ou pior, sei lá, se um dia eu já gostei de pagode e chorei ao som de "Lua Vai"??? Tá... ta bom, eu sei que isso não deveria receber certa dignidade, mas enfim foi uma época que eu ouvia pagode sim e não era pagodeira, não me classificava como tal e não saia usando calças com "boca de pizza" ou muito menos namorei um menino com o cabelo da cor do cabelo do Belo.

Eu sou inclassificável. Quero dizer, nada pode ser deveras rotulado. Dia após dia me deparo com mais e mais esteriótipos formados e exigidos por uma mão invisível. Como patricinhas, emos, loucos... enfim. Rótulos de todos os tipos. Não acredito neles e não me encaixo em nenhum deles. O homem é um ser extremamente multifacetado, multiétnico, multicores, multitudo! Impossível classificar pessoas tão diferentes, por mais que pareçam iguais. Cabelos lambidos para o lado, roupas, tatuagens não definem personalidades.

Reflito seguidamente sobre o tema: o que é ser louco? Louco é o rótulo mais conhecido, mais comum, e será sempre rótulo. Os emos sairão de moda, mas os loucos estarão sempre lá. Até onde vai o limite da razão? O que é ser normal? Tudo uma questão de padrões. De ideais de ser humano pré-estipulados por uma sociedade à procura da auto-aceitação.

Usei, durante muito tempo, na descrição "quem sou eu" do orkut a seguinte frase: "Quem se define, se limita"; e acredito na força da expressão. Se limitar pra quê? No meu livro particular da vida, há também as novas histórias, os novos conceitos e os preconceitos antiquados se desprendendo de mim. Novos olhares sobre a perspectiva de felicidade alheia. Sim, percebo que cada pessoa tem uma visão diferente de felicidade onde o ser e o estar possuem significados distintos. Não se conjuga o verbo ser, na primeira pessoa do singular, no futuro.

Vamos ser abertos e ter conceitos provisórios. Ahh!!! Por enquanto, estou pensando assim, estou fazendo assim, mas amanhã não sei. Garantia, eu não tenho de nada. Sei lá se amanhã vou ver o mundo diferente. Também não estranhe, se vc pensar diferente dos outros. Não estranhe a estranheza dos outros...


"Eu contenho multidões." (Whitman)


sexta-feira, 22 de maio de 2009

Em algum boteco... uma música por aí...




"Você que tanto tempo faz
Você que eu não conheço mais
Você que um dia eu amei,demais
Você que ontem me sufocou
De amor e de felicidade
Hoje me sufoca de saudade
Você que ja não diz pra mim
As coisas que eu preciso ouvir
Você que até hoje eu não esqueci
Você que eu tento me enganar
Dizendo que tudo passou
Na realidade aqui em mim, você ficou
Você que eu não encontro mais
Os beijos que ja não lhe dou
Fui tanto pra você
E hoje nada sou"
(Você - Roberto Carlos / Erasmo Carlos)
O frio no quarto... A imagem turva... Os Sentimentos torpes... Pensamentos Confusos... Busca desenfreada de um por quê... A falta... a Ausência... O perfume... O toque... Anseio... Querer maior que o não querer... Lembranças...

sábado, 16 de maio de 2009

Tata's Birthday


Em todo tempo ama o amigo, e na angústia, nasce o irmão”. (Provérbios 17:17)


Um dos elementos que mais aquece e apascenta o meu coração se chama: uma amiga.

Uma pessoa carregada de valores, sentimentos e construções interiores que, ainda que se identifique comigo em várias questões, permanecerá única e diferente de mim, em muitas outras coisas. Fantástico isso!
Dois universos que se ajustam harmoniosamente… e que por se relacionarem entre si, vão sendo profundamente enriquecidos pelas histórias pessoais compartilhadas, sem medo de ser feliz.
Pelas crises e conquistas, desgastes e restaurações, perdas e ganhos, vão aprendendo a superar todas as coisas juntas, uma com a outra, uma pela outra.
Duas flechas polidas, polindo-se. Duas flechas polidas traçando seu caminho próprio, sem perder a direção e o senso de destino particular a cada uma… sem perder a linha de chegada, nem a identidade.
Um amigo não precisa pensar sempre igual a mim, não precisa sentir sempre igual a mim, não precisa concordar sempre comigo. Pelo contrário! (Ainda bem…)

Porque, se um amigo revelar outro modo de pensar e encarar uma realidade, então terei minha visão ampliada… Se um amigo abrir seus sentimentos sem esconder sua verdade, então, serei enriquecida. Se um amigo discordar de mim, e até mesmo discutirmos com honestidade e respeito nossos pontos de vista, então, sairei deste confronto mais quebrantada e mais curado, mais humilde e mais fiel, mais situada na realidade da vida. E a força de nossa amizade será maior. Seremos mais amigos, certamente.
Peço a Deus, Tata, que te abençoe e guarde, que Ele também te conserve essa pessoa maravilhosa.

Hoje, além do óbvio que é felicidades, desejo-lhe sabedoria para dicenir o certo do errado e força para sempre fazer as melhores escolhas.

Feliz Aniversário!!!
Maio. 16/2009

domingo, 26 de abril de 2009

Desejos


Dos desejos que carrego na alma, alguns deles possuem tangência.
Muitos podem se tocar, sentir, ouvir, afagar...
Mas o principal de meus desejos, aquele que carrego dentro de mim, não se toca.
Não se ouve. Não se vê.
Desejo quase sempre o inexplicável e mesmo sabendo não poder desejar, ainda assim, desejo.
Desejo sentir seu olhar nos meus, com a mesma ligação dos olhos de um felino, em busca de sua caça...
E que nesses olhos, eu consiga perceber reciprocidade do "querer"...
Desejo poder passar horas, nesse mesmo olhar, tentando descobrir os pensamentos que o acompanham...
Desejos saudosistas esses, eu sei... mas mesmo assim... desejo...!!!!
Desejo...





sábado, 28 de março de 2009

Engano Revelador


“O ato falho denuncia desejos que estão em nossa mente, porém ainda não passaram para o plano consciente”


Procurei buscar respostas ao que estava acontecendo. Por que estava em diversas situações falando, agindo ou entregando uma série de coisas que talvez nem eu mesma soubesse que existia, ou queria. Por exemplo, essa semana eu estava no caminho da faculdade, quando dei por mim já tinha passado dela alguns quilômetros... e o porquê isso aconteceu? Fato! Eu não estava com vontade alguma de entrar naquele ambiente e me deixei levar por alguns instantes pelo meu inconsciente. Um autoboicote.

Freud (1856-1939), percebeu a importância dessas ações e as chamou de atos falhos, ou seja, atitudes inconscientes que acontecem em nosso dia-a-dia. Quase tudo, realmente, Freud explica...

Se você já assistiu O Diário de Bridget Jones nota que o sucesso do filme vem justamente por brincar e dar um tom espirituoso às neuroses e auto-sabotagens de sua heroína: uma mulher de 30 anos que, enquanto conta calorias, procura um namorado legal e tenta parar de beber e fumar. Quem não se identifica com a listinha de resoluções de Bridget para melhorar sua qualidade de vida? Ali está, por exemplo, “não vou me interessar por nenhum dos seguintes tipos: alcoólatra, workaholic, homem com horror a compromissos, os que têm mulheres...” ou “vou sair da cama assim que acordar, ser mais segura, ser mais firme...” Será que ela conseguirá atingir seus objetivos ou procurará subterfúgios para se sentir melhor? Irá se auto-enganar?

Torna-se aceitável as teorias de que sem as mentiras que contamos a nós mesmos, a vida seria muito dura e sem encanto. Até que ponto pode chegar um homem na dissimulação interna e no auto-engano necessários para apaziguar a mente e garantir uma convivência harmoniosa consigo mesmo?

O auto-engano só será completo e perfeito quando for um ato não planejado. Por isso, basta ficar atento aos resfriados, esquecimentos, atrasos, namorados problemáticos...

quarta-feira, 18 de março de 2009

Music in moment


O que não se pode explicar aos normais...

Sobre o amor, e o desamor, sobre a paixão.
Sobre ficar, sobre desejar, como saber te amar?
Sobre querer, sobre entender, sem esquecer.
Sobre a verdade e a ilusão.
Quem afinal é você?
Quem de nós vai mostrar realmente o que quer...
O coracão nesse furacão, ilhado onde estiver.
O meu querer é complicado demais,
Quero o que não se pode explicar aos normais.
Sobre o porque de tantos porques...
E responder,
Entre a razão e a emoção
Eu escolhi você!



Há sempre uma incógnita ao leitor...

Como eu já havia dito em outras épocas, para outras pessoas, talvez a mesma música se encaixe a mais de um momento, a mais de uma pessoa... Mas sempre com um significado diferente.

Essa por exemplo, é para VOCÊ, que de uma forma sem explicar, sem entender e ainda meio sem querer preenche espaços ímpares. Momentos que tenho contigo que jamais tive com outra pessoa.

Único!


Ever thine...
Ever mine...
Ever ours...
あなたは私を幸せにする

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Percepções...


"O processo de aprendizagem pode ser definido de forma sintética como o modo como os seres adquirem novos conhecimentos, desenvolvem competências e mudam o comportamento. Contudo, a complexidade desse processo dificilmente pode ser explicada apenas através de recortes do todo. Por outro lado, qualquer definição está, invariavelmente, impregnada de pressupostos político-ideológicos, relacionados com a visão de homem, sociedade e saber. "
( Wikipédia)
Aprendizados, passos novos, passos reversos, passos para trás. Com o tempo percebo mais e mais que sim, a vida segue seu ciclo e que não adianta tentar apressá-lo ou regredí-lo. Observei um grupo de amigas no cinema, assistindo Noivas em Guerra, e me lembrei do meu tempo de adolescência. A falta de companhia me fez atentar, por mais feio que isso seja eu sei, à conversa delas. O dilema era que uma das três, a que havia comprado o convite do filme, comprou legendado e uma delas achava difícil ler e ver o filme, quanto que a outra, nem tão mais velha que a primeira, acredita que ver o filme legendado agrega conhecimentos em inglês... sim, ela usou a frase desse jeito e não acredito que ela estava forçando para parecer uma pessoa "cult". A terceira era neutra, porquê ela fazia curso de espanhol.

Três meninas no mesmo universo, inseridas no mesmo contexto, mas com pensamentos distintos. Dá para notar que das três duas pensam, já, no futuro e a outra curte o momento e as facilidades da vida. De onde vêm isso? Do mundo real competitivo que vivo, da curiosidade humana em aprender sempre, ou de como sempre existirá no nosso meio pessoas que apenas seguem o ritmo da banda?

As três perguntas no fundo estão relacionadas, porquê as coisas que aprendemos e que somos é construída dia após dia, com influência externa e interna. Vivências, conselhos, tropeços. Quem me diz que aprender uma cultura, língua e pessoas de diferentes nacionalidades é importante? Pais, amigos, professores... e também a percepção de que o mundo está sempre em processo de mudança e sempre exigindo mais de você.

Mais como mulher, mais como profissional, mais como amiga, mais como filha...

Buscar incansavelmente ser melhor em tudo... sem se esquecer é claro, de buscar principalmente ser feliz!

domingo, 25 de janeiro de 2009

Sete Pecados [Os meus]

Recebi esse Meme da Vanessa, do Fio de Ariadne.


Trata-se de falar sobre os SETE PECADOS CAPITAIS!

1) Gula: consiste em comer além do necessário e a toda hora;
2) Avareza: é a cobiça de bens materiais e dinheiro;
3) Inveja: desejar atributos, status, posse e habilidades de outra pessoa;
4) Ira: é a junção dos sentimentos de raiva, ódio, rancor que, às vezes, é incontrolável;
5) Soberba: é caracterizado pela falta de humildade de uma pessoa, alguém que se acha auto-suficiente;
6) Luxúria: apego aos prazeres carnais;
7) Preguiça: aversão a qualquer tipo de trabalho ou esforço físico.

Eis meus pecados :

1- Gula: Eu sofro desse mal em uma única coisa: Chocolate! Simplesmente não resisto ao sabores dessa tentação.

2- Avareza: Cobiça em si eu não tenho, eu tenho ambições particulares como ter meu carro, minha casa, do meu jeito, e estabilidade profissional e financeira. Mas isso decorrente de meu trabalho e esforço próprio.

3- Inveja: Quem nunca olhou um Vectra GT ao lado e desejou ter um igualzinho? rs* Invejas passageiras as vezes passam por mim, sim, mas passa tão rápido quanto veio. Cada coisa em seu tempo, e as minhas com certeza uma hora chegam.

4- Ira: Eu já vivi situações de ira master, situações que me cegaram e que a raiva que estava dentro de mim era maior do que qualquer senso de lucidez. Minha ira é uma caixinha de surpresas.

5- Soberba: Esse eu vou copiar da Vanessa: "Sempre que esse pecado toma conta de mim eu levo uma rasteira, percebo que só sei que nada sei, e levo uma lição da história..."

6- Luxúria: ui...

7- Preguiça: Eu AMO dormir, sou muito boa nisso. Em dias de frio, com garoa e aquele ventinho frio soprando pela janela... ela me domina!

Estão todos entregues, mesmo...