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terça-feira, 10 de agosto de 2010

Te Faz Feliz???




Faz algum tempo que eu fico uns minutos, assim que entro no msn, lendo as frases pessoais dos meus contatos. Aquele espacinho logo abaixo do nome serve para tantas coisas: pensamentos, ofensas, "tapas da cara", demonstração pública de afeto e por aí vai.

A minha de hoje era: "O que faz você feliz?". E eu replico: O Que Faz Você Feliz?

Devo ter em média cento e poucos contatos, uns sessenta e poucos ficam on line durante o dia e os outros tantos são companheiros de noite a fora e madrugadas. Desses tantos poucos on line alguns, antes mesmo de me dizerem oi, foram soltando: "Banho quente"; "Meu cachorro sempre brincalhão e disposto quando chego em casa"; "Sorriso de criança"; "Dinheiro"; ... Tantas coisas. E o que me faz feliz? Coisas grandes e pequenas me enchem de felicidade com a mesma proporção.

Dias de frio me fazem feliz, quando abro a janela e sinto a brisa gelada do vento que me sopra os cabelos e faz a minha pele se arrepiar, indicando que é um bom momento para um longo e quente abraço. Sim, o abraço me faz feliz, quando sinto que estou em meio a tanta gente e tanta gente em meio a mim, mas naqueles braços eu encontro proteção, carinho e amizade. Meus amigos, por si, me fazem feliz. Desde aqueles que tenho para um "papo cabeça" quanto aqueles que só encontro em momentos de descontração ou baladas. Música me faz feliz, e se vier num conjunto de luzes e cores, faz muito mais feliz ainda. Eu poderia passar horas aqui escrevendo sobre coisas ou pessoas que me fazem feliz.

Você já parou para pensar nessas coisas? Saberia as ponderar em seu grau de importância? Viveria sem alguma das suas felicidades? Existe tempo em sua vida para a entrada da felicidade?

E conjunto a isso percebo, que a máxima de que o que existem na verdade são momentos felizes é verdadeira. Nas minhas lembranças, enquanto escrevo sobre o que me faz feliz, recordo dos meus melhores momentos na vida e cabe a mim o egoísmo de guardá-los em meu coração. Talvez ao leitor não teria a mesma emoção que tenho em mim.

Pode ser que nem todos os dias a felicidade nos bata a porta de maneira escancarada, só preste mais atenção nos detalhes que são tão importantes, seja no sorriso de uma criança, um gesto de obrigado ou o reconhecimento do seu trabalho. Pode até ser aquele Eu Te Amo em meio ao caos. Nesse momento reflita e sinta eu seu coração: Sim, isto me faz feliz!!!

domingo, 31 de janeiro de 2010

As Coisas Que Só A Gente Vê!

"- Não... Essa é a verdade que você quer ouvir."




No caminho distante, percorrido por um cenário repleto de cores, sons e sabores, percebo-me com uma nova perspectiva sobre As Coisas Da Vida. Sim, aquelas Coisas que só você sabe, que só você conhece e principalmente: que só você vê.

Existe um espaço vago, oco e escuro sobre o que de verdade uma situação representa no contexto geral e a forma que você a percebe. Normalmente as pessoas tendem a acreditar naquilo que elas gostariam que fosse verdade, pelo menos a primeira vista. Eu sou assim e tenho absoluta certeza que você também é.

Só que nessa de acreditar no que se quer acreditar acontece à separação dos dois grupos distintos: os que permanecem dentro da Bolha da Mentira Surreal e os que saem dela, batem à porta e Paga Para Ver. Vivo oscilando... hora com o pé cá... hora com o pé lá.

Afirmo: Não! Não é fácil Pagar Para Ver. Não... Não mesmo! E como é cientificamente comprovado que o cérebro humano não aceita o “Não” a complexidade da Coisa complica um pouquinho mais. Pagar Para Ver exige uma aceitação inicial de que Tudo Pode Mudar e toda vez que a mudança é introduzida gera um certo desconforto, muitas vezes capaz fazer com que a pessoa mude de ideia, e que você pode não gostar muito do que vai ver, coisas do tipo, você fez papel de bobo na multidão... Só você via paixão... Só você acreditava que ia receber aquele telefonema no meio da tarde vazia... Você acreditou no seu auto-projeto sem se dar conta da máxima que diz As Pessoas Não Mudam!

Pois é... As Coisas Da Vida... Essas Coisas que me fazem escrever tantas e tantas vezes sobre elas. E como Pagar Para Ver? Depende, usando a Teoria da Relatividade. Você pode pular e ver se o abismo é realmente tão alto quanto você imagina. Você pode sorrateiramente ir dançando como quem não quer nada... Sussurrar no ouvido, dar leves beijos no pescoço e receber o convite: “Vem comigo?”. Você pode pegar o carro numa manhã e perceber que, ao ele entrar no carro, o encanto se quebrou e toda aquela história não passava de estórias, ou melhor, Contos... de Fadas ou de Bruxas.

Permanecer na Bolha da Mentira Surreal é o oposto, óbvio, porém com apetrechos, parafernalhas e um conjunto sórdido de entrelinhas, sub-entendimento, meias palavras e meias verdades. É como se aquela “verdade” fosse necessária, pois é ela que te impulsiona oxigênio para o pulmão te fazendo sentir vivo, o que na verdade é um grande engano, pois você se omite e se esconde atrás daquele espelho enganador da imagem que não é você.

Você pode viver no mundo dos sonhos e desejos, ou pode sentir o que é sonhar e desejar aquilo que é real. A escolha é sua! É minha! É de quem a Coisa pertence e só, somente só, a ela.



Porquê quem gosta de jardim mal cuidado não são borboletas... São mariposas!

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Uma constante e variável forma de se pensar...

" Posso não saber o que quero...
Mas o que não quero, sei muito bem!"

Com o tempo nos tornamos mais exigentes, em todos os sentidos. Tudo passa a ser mais criterioso para que haja aceitação e há também o fato de que os gostos mudam. E como mudam! Se parar para pensar nesse processo de mudanças, eles começam lá atrás, quando deixei de querer usar as roupas que minha mãe queria que eu usasse, ou o corte de cabelo tigelinha daquele cabelo preto, liso e escorrido... Ter o meu gosto, a minha opinião, minhas vontades.

Não se torna exigente sem conhecer e é para isso que existe a experiência, a curiosidade do novo, a ousadia e até mesmo os empurrões. Ousei um dia saber até onde eu podia ir e descobri que posso ir muito longe, por horas e horas, incansavelmente, destemidamente até chegar no destino proposto e, as vezes, além dele. Descobri que nesse caminho toco estrelas, deslumbro ceus e provo novos sabores. Percepções ao novo... Hoje, prefiro guaraná à coca-cola, entende? Literalmente e figuramente falando.

Junto com esse processo de mudanças e definição de gostos, acabo montando a minha personalidade e o modo que sou vista perante minhas ações, atitudes e escolhas. Posso me colocar em diversas situações... Festas, barzinhos, baladas, empresas ou qualquer outro lugar que nele habitam seres humanos. Definitivamente, você é aquilo que constrói para si. Se eu me colocar em uma posição porra-louca, é nela que as pessoas irão me ver... Se me colocar na posição careta, também é nela que as pessoas irão me ver.

Pai, irmão, mãe, baladeiro. Certinho, bonzinho, legal, chato, "dado", quieto... Enfim, é a sua imagem! E tudo o que fica exposto está sujeito a uma série de prós e contras. Está sujeito ao sol, calor, ventos, brisas... Relâmpagos e tempestades. Diversas situações que podem te fazer querer permanecer por simplesmente fazer bem, ou querer mudá-la por certo incômodo ou porquê simplesmente você não suporta mais aquele reflexo no espelho, que mesmo mudo, grita e anseia por mudanças radicais, te faz uma cobrança cega sobre tantas coisas que você deixa passar, mas não deveria. No meu caso, eu perdi o meu medo da chuva, parafraseando Raul.

Filosofias baratas divagam sobre auto-aceitação. Eu discordo de certas teorias por acreditar, tornando-me redondante, que você cria a sua imagem com aquele pacote recheado de complexos, dúvidas, desejos retraídos e um monte de "se's" contornando a embalagem. Acredito, sim, em mudanças e que possamos radicalizar em determinados comportamentos, desde que não se perca a essência e desde que você não mude para agradar ninguém, além de si mesmo.
Não é dizer sim para tudo e tão quanto não para tudo, é saber o que se quer, onde se quer e como quer. Ter opinião e defender seus valores. Traçar aquela linha reta com os objetivos e olhar para frente focando a meta. Se olhar para trás, que seja apenas para aprender com o que se foi, mas não para ficar preso no passado. Lembrando que pensamentos sem ações, são apenas pensamentos...

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Rótulos


"Não sou nada.

Nunca serei nada.

Não posso querer ser nada.

À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo."

(Poesia de Álvaro de Campos)


Definir uma situação, um momento ou uma pessoa é o mesmo que rotular e permitir que elas só tenham uma única forma de ver, pensar e agir. Dar forma ao que pensam, definir um presente e a partir daí se construir um futuro.

Será??? Sem se lembrar das mutações, das redefinições, dos pré-conceitos, preconceitos e pós conceitos. Tudo está mudando, sempre, e então, por quê me definir? Eu, por exemplo busco apenas momentos de felicidade. Se uma hora eu escuto The Police, na outra posso ouvir Beyoncé sem nenhum problema. E daí? Se tem dias que eu prefiro bolacha de morango ao invés de chocolate? Ou melhor... ou pior, sei lá, se um dia eu já gostei de pagode e chorei ao som de "Lua Vai"??? Tá... ta bom, eu sei que isso não deveria receber certa dignidade, mas enfim foi uma época que eu ouvia pagode sim e não era pagodeira, não me classificava como tal e não saia usando calças com "boca de pizza" ou muito menos namorei um menino com o cabelo da cor do cabelo do Belo.

Eu sou inclassificável. Quero dizer, nada pode ser deveras rotulado. Dia após dia me deparo com mais e mais esteriótipos formados e exigidos por uma mão invisível. Como patricinhas, emos, loucos... enfim. Rótulos de todos os tipos. Não acredito neles e não me encaixo em nenhum deles. O homem é um ser extremamente multifacetado, multiétnico, multicores, multitudo! Impossível classificar pessoas tão diferentes, por mais que pareçam iguais. Cabelos lambidos para o lado, roupas, tatuagens não definem personalidades.

Reflito seguidamente sobre o tema: o que é ser louco? Louco é o rótulo mais conhecido, mais comum, e será sempre rótulo. Os emos sairão de moda, mas os loucos estarão sempre lá. Até onde vai o limite da razão? O que é ser normal? Tudo uma questão de padrões. De ideais de ser humano pré-estipulados por uma sociedade à procura da auto-aceitação.

Usei, durante muito tempo, na descrição "quem sou eu" do orkut a seguinte frase: "Quem se define, se limita"; e acredito na força da expressão. Se limitar pra quê? No meu livro particular da vida, há também as novas histórias, os novos conceitos e os preconceitos antiquados se desprendendo de mim. Novos olhares sobre a perspectiva de felicidade alheia. Sim, percebo que cada pessoa tem uma visão diferente de felicidade onde o ser e o estar possuem significados distintos. Não se conjuga o verbo ser, na primeira pessoa do singular, no futuro.

Vamos ser abertos e ter conceitos provisórios. Ahh!!! Por enquanto, estou pensando assim, estou fazendo assim, mas amanhã não sei. Garantia, eu não tenho de nada. Sei lá se amanhã vou ver o mundo diferente. Também não estranhe, se vc pensar diferente dos outros. Não estranhe a estranheza dos outros...


"Eu contenho multidões." (Whitman)


sábado, 28 de março de 2009

Engano Revelador


“O ato falho denuncia desejos que estão em nossa mente, porém ainda não passaram para o plano consciente”


Procurei buscar respostas ao que estava acontecendo. Por que estava em diversas situações falando, agindo ou entregando uma série de coisas que talvez nem eu mesma soubesse que existia, ou queria. Por exemplo, essa semana eu estava no caminho da faculdade, quando dei por mim já tinha passado dela alguns quilômetros... e o porquê isso aconteceu? Fato! Eu não estava com vontade alguma de entrar naquele ambiente e me deixei levar por alguns instantes pelo meu inconsciente. Um autoboicote.

Freud (1856-1939), percebeu a importância dessas ações e as chamou de atos falhos, ou seja, atitudes inconscientes que acontecem em nosso dia-a-dia. Quase tudo, realmente, Freud explica...

Se você já assistiu O Diário de Bridget Jones nota que o sucesso do filme vem justamente por brincar e dar um tom espirituoso às neuroses e auto-sabotagens de sua heroína: uma mulher de 30 anos que, enquanto conta calorias, procura um namorado legal e tenta parar de beber e fumar. Quem não se identifica com a listinha de resoluções de Bridget para melhorar sua qualidade de vida? Ali está, por exemplo, “não vou me interessar por nenhum dos seguintes tipos: alcoólatra, workaholic, homem com horror a compromissos, os que têm mulheres...” ou “vou sair da cama assim que acordar, ser mais segura, ser mais firme...” Será que ela conseguirá atingir seus objetivos ou procurará subterfúgios para se sentir melhor? Irá se auto-enganar?

Torna-se aceitável as teorias de que sem as mentiras que contamos a nós mesmos, a vida seria muito dura e sem encanto. Até que ponto pode chegar um homem na dissimulação interna e no auto-engano necessários para apaziguar a mente e garantir uma convivência harmoniosa consigo mesmo?

O auto-engano só será completo e perfeito quando for um ato não planejado. Por isso, basta ficar atento aos resfriados, esquecimentos, atrasos, namorados problemáticos...

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Percepções...


"O processo de aprendizagem pode ser definido de forma sintética como o modo como os seres adquirem novos conhecimentos, desenvolvem competências e mudam o comportamento. Contudo, a complexidade desse processo dificilmente pode ser explicada apenas através de recortes do todo. Por outro lado, qualquer definição está, invariavelmente, impregnada de pressupostos político-ideológicos, relacionados com a visão de homem, sociedade e saber. "
( Wikipédia)
Aprendizados, passos novos, passos reversos, passos para trás. Com o tempo percebo mais e mais que sim, a vida segue seu ciclo e que não adianta tentar apressá-lo ou regredí-lo. Observei um grupo de amigas no cinema, assistindo Noivas em Guerra, e me lembrei do meu tempo de adolescência. A falta de companhia me fez atentar, por mais feio que isso seja eu sei, à conversa delas. O dilema era que uma das três, a que havia comprado o convite do filme, comprou legendado e uma delas achava difícil ler e ver o filme, quanto que a outra, nem tão mais velha que a primeira, acredita que ver o filme legendado agrega conhecimentos em inglês... sim, ela usou a frase desse jeito e não acredito que ela estava forçando para parecer uma pessoa "cult". A terceira era neutra, porquê ela fazia curso de espanhol.

Três meninas no mesmo universo, inseridas no mesmo contexto, mas com pensamentos distintos. Dá para notar que das três duas pensam, já, no futuro e a outra curte o momento e as facilidades da vida. De onde vêm isso? Do mundo real competitivo que vivo, da curiosidade humana em aprender sempre, ou de como sempre existirá no nosso meio pessoas que apenas seguem o ritmo da banda?

As três perguntas no fundo estão relacionadas, porquê as coisas que aprendemos e que somos é construída dia após dia, com influência externa e interna. Vivências, conselhos, tropeços. Quem me diz que aprender uma cultura, língua e pessoas de diferentes nacionalidades é importante? Pais, amigos, professores... e também a percepção de que o mundo está sempre em processo de mudança e sempre exigindo mais de você.

Mais como mulher, mais como profissional, mais como amiga, mais como filha...

Buscar incansavelmente ser melhor em tudo... sem se esquecer é claro, de buscar principalmente ser feliz!

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Ciclos e Vivências


"Diante todas as conquistas
Liberdade concedida não me interessa
E eu não tenho pressa pra conferir
Nessa altura do campeonato
Não vou mais sair no braço pra ninguém me engolir
Quem perde é quem prega
Quem precisa é quem nega
O desconhecido exceção à regra
Que confunde e cega os pobres donos do mundo
A diferença tá na crença de quem pensa que pensa
E apenas alimenta
Meias verdades
Meias atitudes
Meias bondades
Nada disso me interessa e eu não tenho pressa pra conferir"

Começo a achar interessante colocar uma música a cada início do post, essa por exemplo, A Diferença da Zélia Duncan, ilustra um momento totalmente meu. Dentre tantas situações vividas, dentre tantos encontros e desencontros, chega uma hora que andar contra o vento cansa, remar contra a maré dá dor nos braços. Ajustar as velas é sim, a melhor opção.
Maturidade com os anos.
Entendimento de situações com o tempo.
Tenho certeza de que há muito a descobrir, muito a desvendar e principalmente, muito a aprender e que não adianta perder a calma, apressar o passo, sair correndo e tropeçar muito por causa disso.

Essas palavras são reflexos dos pensamentos que tive hoje pela manhã, enquanto aguardava minha palestra na Fundação Bradesco. Comecei a pensar nessa coisa de maturidade e tempo, nos ciclos da vida - infância, juventude, maturidade, velhice -, fases que não são determinadas cronologicamente, e na condição humana em constante movimento, o estar ou se tornar (mais) maduro – quando a maioria das potencialidades do ser humano se sazona e se torna realidade. Essas fases da vida estão associadas as mudanças de um conjunto de fatores biológicos, psicológicos e sociais que, de acordo com a história de vida de cada um, interferem em todas as esferas da vida.

Essa fase é caracterizada por ganhos e perdas. Citei a ida à Fundação Bradesco, porque estou fazendo um curso de capacitação para Deficientes Visuais, e praticando meu networking conversando com pessoas de idade superior a minha e área profissional de diversas atuações, percebi que os ganhos mais significativos estiveram relacionados com o conhecimento e a sabedoria vindos da experiência de vida, enquanto as perdas, com o aspecto do corpo físico.
Ficou evidente que a maturidade provém das experiências vividas durante todas as etapas da vida, que ficam registradas e deixam diferentes marcas no corpo de cada uma. A maturidade é um período em que as pessoas voltam o seu olhar para si, uma vez que as situações com família e trabalho - que se configuram como as que mais demandam atenção antes disso -, parecem estar mais resolvidas com os filhos já crescidos e a aposentadoria mais próxima.

Parece que a necessidade de responsabilidade é consigo mesmas. A partir dessa “auto-valorização”, é comum a busca por alternativas para cuidarem de si e também para preencherem o tempo, a necessidade de socialização e trabalho voluntário.

Diante dessas conversas e muitas risadas, percebi que realmente de nada vale a pena tentar pular fases que temos que passar, como diria minha mãe, dar o passo maior que a perna, porque a longa estrada da vida é constituída passo-a-passo.