Nesse momento, nem eu sei o que sei, não sei o que quero porque está tudo muito confuso aqui dentro. Tento me silenciar, me calar, me distanciar. Mas pra quê isso tudo se o pior de todos os laços contigo esta gravado a ferro e fogo dentro de mim. A marca lateja em meu coração. Ela dói demais, ainda mais por ter uma lembrança tão viva e infelizmente, tão ímpar.
domingo, 13 de dezembro de 2009
{Des} Amor
Nesse momento, nem eu sei o que sei, não sei o que quero porque está tudo muito confuso aqui dentro. Tento me silenciar, me calar, me distanciar. Mas pra quê isso tudo se o pior de todos os laços contigo esta gravado a ferro e fogo dentro de mim. A marca lateja em meu coração. Ela dói demais, ainda mais por ter uma lembrança tão viva e infelizmente, tão ímpar.
Na sala vazia...
O amor utópico...Nós, pobres mortais sujeitos à todas essas intensidades da vida.
Eu as vezes amo profundamente...
Enfim... caminhando ou não é assim que eu me sinto, presa e na corda bamba.
Segura a minha mão, aceita meus carinhos em tardes vazias n'um retorno rotineiro.
Amo.
domingo, 6 de dezembro de 2009
O Casamento da Minha Melhor Amiga

Essas duas pessoas não eram pessoas qualquer... Era a minha melhor amiga (meninas, não se ofendam ou achem que gosto menos de vocês... por favor!), era a minha cúmplice, a minha confidente, a minha companheira, minha irmã que Deus permitiu a escolha... A pessoa que me fez acreditar depois de tantos anos em amizade verdadeira e seu noivo, aquele que eu já cheguei a não ter tanta simpatia à algum tempo, mas me fez ver que atrás desse grande (grande mesmo) homem com cara de mau, existe uma pessoa cheia de sentimentos e um amigo que passo-a-passo passei a gostar. Eu estou falando da Fê e do Défa... Tá bom, ontem apresentados como Fernanda e Jefferson.
Posso ser suspeita para falar deles, Ok!, mas mesmo assim arrisco alguma coisa. Ontem a cerimônia estava perfeita, ao som da marcha nupcial tocada por trombetas, a noiva mais linda, acompanhada pelo seu pai, atravessou aquele percurso sobre um tapete vermelho digno da vitória a qual ambos estavam conquistando. Não acompanhei toda a história, em dez anos, de perto, mas nos últimos cinco anos eu estava lá presente... Na alegria e na tristeza, afinal, amizade também é uma promessa feita sem palavras.
Foram diversos episódios das quais muitos eu não lembraria para citar, e acredito que a essa altura do campeonato já não tenham mais tanta importância, que marcaram uma mudança radical na vida de ambos... O mais importante disso tudo, é que apesar da "pausa" que tiveram nesse amor, eles um dia se olharam e perceberam que existia amor capaz de superar isso tudo.
O intuíto desse post não é dizer o quanto a Fê é especial, porquê disso ela já sabe, é apenas desejar que eles sejam muito felizes... Que tracem juntos a linha do tempo que os fará construir uma família abençoada. Que se algum dia tiverem dúvidas do amor um do outro, que olhem para trás e percebam o quanto lutaram (literalmente) para ficarem um com o outro.
A certeza que nada mais será como antes é fato, mas eu não sou egoísta ao ponto de não desejar isso, que é o essencial, a eles porquê não andaremos mais tanto pelos mesmos caminhos, a bifurcação chegou, mas isso não impede que um dia as estradas voltem a se encontrar em outras situações...
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Uma constante e variável forma de se pensar...
Com o tempo nos tornamos mais exigentes, em todos os sentidos. Tudo passa a ser mais criterioso para que haja aceitação e há também o fato de que os gostos mudam. E como mudam! Se parar para pensar nesse processo de mudanças, eles começam lá atrás, quando deixei de querer usar as roupas que minha mãe queria que eu usasse, ou o corte de cabelo tigelinha daquele cabelo preto, liso e escorrido... Ter o meu gosto, a minha opinião, minhas vontades.
Não se torna exigente sem conhecer e é para isso que existe a experiência, a curiosidade do novo, a ousadia e até mesmo os empurrões. Ousei um dia saber até onde eu podia ir e descobri que posso ir muito longe, por horas e horas, incansavelmente, destemidamente até chegar no destino proposto e, as vezes, além dele. Descobri que nesse caminho toco estrelas, deslumbro ceus e provo novos sabores. Percepções ao novo... Hoje, prefiro guaraná à coca-cola, entende? Literalmente e figuramente falando.
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Quando os Cristais se Quebram...

... tudo, um dia, acaba!!
Uma palavra mal interpretada ou dita em má hora, um gesto entendido da forma adversa ao intuito, um olhar de canto de olho, uma atitude tomada em um momento de emoção demais, felicidade demais, desejo demais... e de repente um "creep"...
Quebrou. E como todos os cristais que se quebram, nunca voltam a ser os mesmos por mais que se tente juntar os cacos. Muitas vezes, os cristais não quebram de uma vez... Eles começam com um pequeno trinco e passam a ser manuseados de forma cuidadosa e cheia de tatos. De fato imediato, passam a ter mais ou menos valor... depende do ponto de vista.
Os pensamentos são aleatórios... Sobre maneiras corretas de falar, de interpretar surtos, gritos e até mesmo lágrimas. Tentando de certa forma ficar sempre do lado do vidro onde só se vê a esfera, o lado de fora, mudando a forma das coisas a cada rodar da base com as mãos.
E como sempre constante... As ações mudam o caminho, e cada vez mais deixa confusos os pensamentos sobre o que é ou não verdade. Se é que existiu algum dia uma verdade.
Mas não há nada pior do que o estrago que o cristal quebrado faz, ele corta, ele sangra e muitas vezes deixa o vermelho tinto em cima de muitas coisas, as vezes, manchas que são totalmente inapagáveis e cortes que por mais que cicatrizados, sempre doem...
domingo, 9 de agosto de 2009
Metade

Que a morte de tudo em que acredito
Que o espelho reflita em meu rosto um doce sorriso
quinta-feira, 16 de julho de 2009
O segredo daquele olhar...
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Um ano, hoje, sem você...
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Rótulos
"Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo."
(Poesia de Álvaro de Campos)
Definir uma situação, um momento ou uma pessoa é o mesmo que rotular e permitir que elas só tenham uma única forma de ver, pensar e agir. Dar forma ao que pensam, definir um presente e a partir daí se construir um futuro.
Será??? Sem se lembrar das mutações, das redefinições, dos pré-conceitos, preconceitos e pós conceitos. Tudo está mudando, sempre, e então, por quê me definir? Eu, por exemplo busco apenas momentos de felicidade. Se uma hora eu escuto The Police, na outra posso ouvir Beyoncé sem nenhum problema. E daí? Se tem dias que eu prefiro bolacha de morango ao invés de chocolate? Ou melhor... ou pior, sei lá, se um dia eu já gostei de pagode e chorei ao som de "Lua Vai"??? Tá... ta bom, eu sei que isso não deveria receber certa dignidade, mas enfim foi uma época que eu ouvia pagode sim e não era pagodeira, não me classificava como tal e não saia usando calças com "boca de pizza" ou muito menos namorei um menino com o cabelo da cor do cabelo do Belo.
Eu sou inclassificável. Quero dizer, nada pode ser deveras rotulado. Dia após dia me deparo com mais e mais esteriótipos formados e exigidos por uma mão invisível. Como patricinhas, emos, loucos... enfim. Rótulos de todos os tipos. Não acredito neles e não me encaixo em nenhum deles. O homem é um ser extremamente multifacetado, multiétnico, multicores, multitudo! Impossível classificar pessoas tão diferentes, por mais que pareçam iguais. Cabelos lambidos para o lado, roupas, tatuagens não definem personalidades.
Reflito seguidamente sobre o tema: o que é ser louco? Louco é o rótulo mais conhecido, mais comum, e será sempre rótulo. Os emos sairão de moda, mas os loucos estarão sempre lá. Até onde vai o limite da razão? O que é ser normal? Tudo uma questão de padrões. De ideais de ser humano pré-estipulados por uma sociedade à procura da auto-aceitação.
Usei, durante muito tempo, na descrição "quem sou eu" do orkut a seguinte frase: "Quem se define, se limita"; e acredito na força da expressão. Se limitar pra quê? No meu livro particular da vida, há também as novas histórias, os novos conceitos e os preconceitos antiquados se desprendendo de mim. Novos olhares sobre a perspectiva de felicidade alheia. Sim, percebo que cada pessoa tem uma visão diferente de felicidade onde o ser e o estar possuem significados distintos. Não se conjuga o verbo ser, na primeira pessoa do singular, no futuro.
Vamos ser abertos e ter conceitos provisórios. Ahh!!! Por enquanto, estou pensando assim, estou fazendo assim, mas amanhã não sei. Garantia, eu não tenho de nada. Sei lá se amanhã vou ver o mundo diferente. Também não estranhe, se vc pensar diferente dos outros. Não estranhe a estranheza dos outros...
"Eu contenho multidões." (Whitman)
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Em algum boteco... uma música por aí...


