
Tem horas que, como qualquer ser humano normal, eu preciso pausar o meu tempo pessoal. Indiretamente isso acaba afetando pausar também minhas postagens, minhas visitas...
Tem horas que me faltam ar e palavras, respectivamente, e nessas horas eu fico torpe. É algo comparável ao uso desenfreado de uma droga que vicia, que te faz bem, mas que ao mesmo tempo te tira do chão e faz voar, te desinfla os pulmões, te dá alegrias para continuar, flutua, balança, envolve.
Chama-me a atenção ao fato das diferenças de situações, vista circustância de que em momento algum posso reclamar do que está acontecendo, das pessoas que estão entrando em minha vida e das que sairam definitivamente.
Das que sairam, bem, fica meu pesar. Já das que estão entrando, fica meu apreço, minha admiração de caráter, valores e sentimentos que eu achava que seriam incapazes de compôr características humanas. Pessoas maravilhosas, pessoas que acrescentam. Meu presente de Natal.
Se felicidade fosse verbo eu o conjugaria, como não é vai pelo verbo estar mesmo:
Eu estou feliz... Ele está feliz!!!!